{RESENHA}
Uma das minhas primeiras paixões vampirescas foi Lestat, antes mesmo de começar amar ler, sem nem ao menos saber que era parte de uma série de livros da escritora aclamada de ficção e fantasia, Anne Rice, fiquei encantada com o filme quando o assisti por volta de 2005.
Eu fui uma criança que gostava de ficção, assistia Blade, Entrevista com o vampiro e A rainha dos Condenados direto, eram meus personagens favoritos naquela época.
Após todos esses anos, depois de descobrir que Entrevista com o vampiro e A rainha dos condenados são parte de uma coleção, decidi me aventurar na leitura desses clássicos da literatura vampiresca.
Ah, também deixo registrado aqui meu espanto ao descobrir que Blade é baseado em uma série de revistas em quadrinhos da Marvel, eu ia morrer sem saber disso…
Mas voltando para o livro, sim, eu li Entrevista com o Vampiro, que é o primeiro da saga, foi uma experiência rica, contada pela visão do Vampiro Louis, rebento de Lestat, mas não me encantou tanto quanto a história de Lestat em si, contada em O vampiro Lestat.
Como já está explícito, o livro conta a história de Lestat de Lioncourt, filho de fidalgos falidos da França do século XVIII, que foge para Paris com seu amigo Nikki, perseguindo um desejo de viver a liberdade e se torna ator.
Ele tem uma alma tortuosamente atormentada por sentimentos e pensamentos complexos, alimentados por uma solidão que o próprio não compreende, começa em várias apresentações no teatro em que trabalha a ver um rosto pálido entre a platéia.
Assim é introduzido na vida de Lestat o vampiro Magnus, um ser imortal, muito antigo, que decide passar adiante o seu poder das trevas, depois de transformar Lestat em um sugador de sangue, Magnus se joga nas chamas para acabar com sua existência e deixa seu rebento ao caos da nova vida, ou semi-vida, ou seria apenas a morte.
Assim começa a versão vampiresca de Lestat, suas batalhas internas, suas descobertas, as experiências como algo novo, quase indestrutível, forte e cheio de poderes, que ele sequer começa a compreender.
Lestat é alguém cheio de sentimentos fortes, seja como mortal, seja como imortal, ele ama profundamente aqueles que o cercam, e isso o corrói aos poucos, e sempre existe a solidão que o acompanha, que quase o destrói.
Mas ele retorna das cinzas, disposto a tudo para corromper e compreender o novo mundo, um mundo completamente diferente daquele em que ele viveu, um século diferente, o século XX, mas essa história é algo que só saberei com a leitura do próximo livro, o que estava mais que ansiosa para começar a ler, mas como sequência, precisava ler os dois primeiros.
Lá vou eu então, começar a leitura de A rainha dos condenados.

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